
Pata Feia
Pobre amiga Pata Feia
Na areia devaneia
Óh dor
Óh horror
Jamais será sereia
Padre Pepo
Padre Pepo desde o berçoNa areia devaneia
Óh dor
Óh horror
Jamais será sereia
Padre Pepo
Já sabia rezar o terço
Desde menino
Vivia repetindo
-Viro padre assim que cresço
Zé Maria
Querido amigo Zé Maria
Queria saber se sua filha
Ainda canta
Encanta
E me traz de volta a alegria
Matemática
Para mim não há nada mais errática
Que ao meu ver parece estática
Que tédio
Sem remédio
Essa tal matemática
Pato Marreco
Aqui tem tanto cacareco
Que procurando um treco
Ri de alegria
Pois embaixo da pia
Achei meu Pato Marreco
Petiz
Era uma coisa tão fofa aquela petiz
Que desenhando com um toco de giz
A Clarinda
Coisa linda
Já deixa meu mundo feliz
Limeriques são pequenos poemas de cinco versos, onde os versos 1,2 e 5 rimam entre si e os versos 3 e 4 possuem uma outra rima
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