sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Limeriques



Pata Feia
Pobre amiga Pata Feia
Na areia devaneia
Óh dor
Óh horror
Jamais será sereia

Padre Pepo
Padre Pepo desde o berço
Já sabia rezar o terço
Desde menino
Vivia repetindo
-Viro padre assim que cresço

Zé Maria
Querido amigo Zé Maria
Queria saber se sua filha
Ainda canta
Encanta
E me traz de volta a alegria

Matemática
Para mim não há nada mais errática
Que ao meu ver parece estática
Que tédio
Sem remédio
Essa tal matemática

Pato Marreco
Aqui tem tanto cacareco
Que procurando um treco
Ri de alegria
Pois embaixo da pia
Achei meu Pato Marreco

Petiz
Era uma coisa tão fofa aquela petiz
Que desenhando com um toco de giz
A Clarinda
Coisa linda
Já deixa meu mundo feliz



Limeriques são pequenos poemas de cinco versos, onde os versos 1,2 e 5 rimam entre si e os versos 3 e 4 possuem uma outra rima 

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