quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Hoje me perguntaram...



 Hoje me perguntaram o que eu acho da televisão aberta brasileira. E eu respondi: Já foi muito melhor do que atualmente.
 Não que ela esteja totalmente ruim. Ainda existem poucos sobreviventes que ainda prestam e nos distraem por algum tempo. Mas vamos combinar que a tv a cabo está muito melhor, e privilegiados são aqueles que a possuem. Afinal, as únicas coisas que prestam na aberta (e quando prestam), são as novelas. Mas também não se fazem aquelas novelas clássicas de antigamente. O que fazem e chega mais próximo desses clássicos são os remakes, como a recente refilmagem de “Gabriela”.
 Outra coisa que estraga é a falta de programas bons, seja de séries, humorísticos ou infantis. A maioria desses programas exibe ideias genéricas, pouco originais e fúteis, principalmente quando se refere a programas infantis e humorísticos. Não que eles sejam insuportáveis ou horríveis. Dá até para divertir por um tempo (por pouco tempo, mas dá), o problema é que suas ideias repetitivas dão uma sensação de que tem algo faltando, que o programa não oferece tudo o que ele tem de bom. Aí o telespectador começa a cansar daquilo e muda de canal. E a mais remota possibilidade de ter somente aquilo para assistir já dá um certo desanimo.
 Essa falta de conteúdo é o que mais influencia na hora de assinar com alguma tv a cabo. E agora, que o preço delas está começando a ficar mais “leve”, a televisão aberta vai acabar sendo esquecida, sendo realmente assistida somente por aqueles que realmente não tem condições financeiras nenhuma. Ou seja, daqui alguns anos, somente os mendigos não terão acesso à televisão fechada.
 Mas será que ainda não há tempo para a tv aberta se recuperar? Será que a televisão a cabo será a nova dona do “Império Digital”? Um dia o domingo deixará de ser conhecido como “Dia da PP: Programação Pobre”? Será que um dia esse marketing televisivo vai parar de destroçar com a qualidade dos nossos programas prediletos? Pensem sobre isso.
 Mas lembrem-se: A vida não é só feita de tv e internet. Quando a nossa “amada” programação aberta brasileira não quiser colaborar, vá ler um livro. Faz bem e não machuca 


Hoje me perguntaram o que eu acho da televisão aberta brasileira. E eu respondi: Já foi muito melhor do que atualmente.
 Não que ela esteja totalmente ruim. Ainda existem poucos sobreviventes que ainda prestam e nos distraem por algum tempo. Mas vamos combinar que a tv a cabo está muito melhor, e privilegiados são aqueles que a possuem. Afinal, as únicas coisas que prestam na aberta (e quando prestam), são as novelas. Mas também não se fazem aquelas novelas clássicas de antigamente. O que fazem e chega mais próximo desses clássicos são os remakes, como a recente refilmagem de “Gabriela”.
 Outra coisa que estraga é a falta de programas bons, seja de séries, humorísticos ou infantis. A maioria desses programas exibe ideias genéricas, pouco originais e fúteis, principalmente quando se refere a programas infantis e humorísticos. Não que eles sejam insuportáveis ou horríveis. Dá até para divertir por um tempo (por pouco tempo, mas dá), o problema é que suas ideias repetitivas dão uma sensação de que tem algo faltando, que o programa não oferece tudo o que ele tem de bom. Aí o telespectador começa a cansar daquilo e muda de canal. E a mais remota possibilidade de ter somente aquilo para assistir já dá um certo desanimo.
 Essa falta de conteúdo é o que mais influencia na hora de assinar com alguma tv a cabo. E agora, que o preço delas está começando a ficar mais “leve”, a televisão aberta vai acabar sendo esquecida, sendo realmente assistida somente por aqueles que realmente não tem condições financeiras nenhuma. Ou seja, daqui alguns anos, somente os mendigos não terão acesso à televisão fechada.
 Mas será que ainda não há tempo para a tv aberta se recuperar? Será que a televisão a cabo será a nova dona do “Império Digital”? Um dia o domingo deixará de ser conhecido como “Dia da PP: Programação Pobre”? Será que um dia esse marketing televisivo vai parar de destroçar com a qualidade dos nossos programas prediletos? Pensem sobre isso.
 Mas lembrem-se: A vida não é só feita de tv e internet. Quando a nossa “amada” programação aberta brasileira não quiser colaborar, vá ler um livro. Faz bem e não machuca 

sábado, 6 de outubro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Paraíso


                                                                                            Paraíso

                                                                       
Hoje eu vi o paraíso
                                                                        Com toda sua beleza
                                                                        Vi os pássaros gorjeando
                                                                        Espantando a nossa tristeza


                                                                        Conheci pessoas puras
                                                                        Incorruptíveis
                                                                        Diferente de muitas outras
                                                                        Insensíveis

                                                                       O paraíso é colorido
                                                                       Seu ar é alegre
                                                                       Sua terra produz bons frutos
                                                                       Seu sabor me embebece

                                                                       
Infelizmente tive de voltar
                                                                       Preciso retornar à realidade
                                                                       Mas nunca esquecerei
                                                                       Do meu paraíso, que saudade.

sábado, 22 de setembro de 2012

Primeira vez







Nem sempre o primeiro amor é a primeira namorada
Nem sempre o primeiro beijo é o melhor
Nem sempre a primeira impressão é a que fica
Nem sempre a primeira opção é a melhor

Nem sempre o primeiro andar é o mais baixo
Nem sempre a primeira ideia é a que devemos colocar em prática
Nem sempre a primeira mulher é o nosso maior amor
Nem sempre o primeiro gol é o que define a partida

Nem sempre o primeiro objetivo é o mais importante
Nem sempre o primeiro aniversário é o mais legal
Nem sempre a primeira tentativa é a que vai dar certo
Nem sempre as coisas boas acontecem na primeira vez